Deputado Estadual
em Planalto
Por você, por nossa gente, por Planalto!
Minha trajetória é marcada pela luta por mais dignidade, segurança, saúde e oportunidades para todos. Sou paulista, trabalhador e sempre acreditei que a política deve servir para transformar vidas.
Conheça minha história
Mais hospitais, UPAs e suporte humanizado em todas as regiões de Planalto.
Saiba mais →Investir nas escolas, valorizar professores e garantir futuro para nossos jovens.
Saiba mais →Policiamento forte, inteligente e próximo da comunidade.
Saiba mais →Apoio ao empreendedor, qualificação profissional e geração de empregos.
Saiba mais →Transporte público de qualidade e soluções para o trânsito da nossa cidade.
Saiba mais →Nosso trabalho parte da realidade de quem vive, trabalha e constrói Planalto todos os dias. Por isso, apresentamos propostas voltadas para diferentes públicos, regiões e necessidades da nossa cidade.
O projeto São Paulo com Elas reúne propostas para ampliar oportunidades, fortalecer a autonomia feminina e melhorar a qualidade de vida das mulheres que vivem nas diferentes regiões da cidade de São Paulo.
Queremos uma cidade onde as mulheres tenham condições para estudar, trabalhar, empreender, cuidar de suas famílias e participar das decisões que ajudam a construir o futuro da nossa cidade.
Isso significa trabalhar por políticas públicas que estejam presentes na Zona Norte, Zona Sul, Zona Leste, Zona Oeste, Centro e demais bairros de São Paulo, respeitando as necessidades de cada comunidade.
Defender iniciativas de qualificação profissional, capacitação e formação para ampliar as oportunidades das mulheres no mercado de trabalho de Planalto.
A educação pode abrir novos caminhos para jovens, mães, trabalhadoras e mulheres que desejam começar uma nova atividade profissional.
Incentivar ações que aproximem as mulheres das oportunidades de emprego, capacitação profissional, empreendedorismo e geração de renda.
Também queremos fortalecer iniciativas que apoiem pequenas empreendedoras e mulheres que trabalham de maneira autônoma em Planalto.
Trabalhar pelo fortalecimento da atenção à saúde da mulher, defendendo prevenção, orientação e acesso aos serviços públicos de saúde.
Uma Planalto mais humana precisa olhar para a saúde física e emocional das mulheres em todas as fases da vida.
Apoiar políticas que contribuam para tornar ruas, bairros, transporte público e espaços públicos mais seguros para as mulheres.
Segurança também significa informação, prevenção, acolhimento e acesso aos serviços responsáveis pela proteção das mulheres.
Defender iniciativas que facilitem a rotina das mães que precisam conciliar família, trabalho, estudo e desenvolvimento profissional.
Creches, serviços públicos acessíveis e políticas de apoio podem ajudar milhares de famílias paulistanas.
Queremos ampliar o diálogo com mulheres de diferentes bairros, profissões, idades e realidades sociais.
Ouvir quem vive os desafios diariamente é essencial para construir propostas que realmente façam sentido para Planalto.
Os motoboys fazem parte da rotina de Planalto. Todos os dias, milhares de profissionais percorrem a cidade transportando documentos, alimentos, mercadorias e realizando serviços essenciais para a população.
O projeto Juntos com os Motoboys nasce para ampliar o diálogo com esses trabalhadores e defender propostas relacionadas à segurança, infraestrutura, qualificação, respeito e valorização do trabalho autônomo.
Queremos ouvir profissionais da Zona Norte, Zona Sul, Zona Leste, Zona Oeste, Centro e de todas as regiões de Planalto para compreender os problemas encontrados diariamente nas ruas.
Defender iniciativas de educação e conscientização no trânsito que contribuam para reduzir acidentes envolvendo motociclistas.
Planalto precisa buscar soluções que permitam uma convivência mais segura entre motos, carros, ônibus, bicicletas e pedestres.
Discutir a criação e ampliação de estruturas de apoio para trabalhadores que passam grande parte do dia circulando pelas ruas da cidade.
Espaços adequados podem oferecer melhores condições durante os intervalos da jornada de trabalho.
Defender políticas que reconheçam a importância econômica e social dos profissionais autônomos para Planalto.
Motoboys, entregadores e prestadores de serviços ajudam diariamente a movimentar a economia da maior cidade do país.
Apoiar cursos, orientação profissional e iniciativas de capacitação que possam gerar novas oportunidades para os trabalhadores.
Conhecimento sobre trânsito, gestão financeira e empreendedorismo pode fortalecer a atividade profissional.
Promover o debate sobre prevenção, saúde e qualidade de vida dos trabalhadores que enfrentam longas jornadas diariamente.
Cuidar de quem trabalha nas ruas também é uma forma de cuidar do funcionamento da cidade de Planalto.
Criar canais para ouvir motoboys, entregadores e trabalhadores autônomos sobre suas principais necessidades.
As melhores propostas surgem quando o poder público escuta quem conhece os problemas e desafios da cidade na prática.
Entenda melhor qual é o papel de um deputado estadual, como funciona a atuação na Assembleia Legislativa e de que maneira esse trabalho pode contribuir para Planalto e para a vida da população.
Para a população de Planalto, esse trabalho pode envolver o acompanhamento de questões relacionadas à rede estadual de ensino, sempre respeitando a divisão de responsabilidades entre Estado, municípios e União. Sim. A educação é uma das áreas em que o Poder Legislativo estadual pode exercer suas funções de elaboração de normas, análise do orçamento e fiscalização das políticas públicas. Escolas estaduais, infraestrutura, políticas educacionais e aplicação de recursos podem integrar discussões realizadas na Assembleia Legislativa. Um deputado estadual pode participar de debates e votações sobre matérias relacionadas às competências do Estado, acompanhar programas educacionais e fiscalizar ações do Poder Executivo.
Quando houver participação de órgãos estaduais ou políticas estaduais relacionadas ao tema, o parlamentar pode acompanhar demandas, solicitar informações dentro dos instrumentos legislativos disponíveis e discutir normas ou orçamento de competência do Estado. A atuação do deputado pode contribuir para o acompanhamento institucional de questões estaduais, mas os procedimentos técnicos, administrativos e registrais continuam dependendo das autoridades legalmente responsáveis. Para moradores de Planalto, o primeiro passo é identificar quais órgãos possuem responsabilidade pelo caso concreto. A regularização de áreas urbanas pode envolver prefeitura, Estado, cartórios, órgãos ambientais e outras instituições, dependendo da situação jurídica e territorial. Por isso, um deputado estadual não possui poder para regularizar sozinho um bairro ou imóvel.
Um deputado estadual pode atuar em temas relacionados a políticas de proteção e segurança das mulheres quando o assunto estiver dentro das competências do Estado de São Paulo. Para moradores de Planalto, demandas dessa área podem ser levadas ao conhecimento do parlamentar quando envolverem políticas, serviços, programas, recursos ou estruturas estaduais. O deputado pode analisar e apresentar proposições dentro dos limites constitucionais, participar de comissões, discutir o orçamento e fiscalizar ações do Poder Executivo. Também pode acompanhar informações e encaminhar questões aos órgãos estaduais responsáveis utilizando os instrumentos institucionais disponíveis. É importante considerar que atendimento de ocorrências e medidas de proteção dependem dos órgãos competentes e da rede de serviços. Por isso, uma necessidade identificada em Planalto deve primeiro ser relacionada ao órgão e à esfera de governo responsáveis. O deputado estadual não executa diretamente obras ou serviços e não substitui as autoridades administrativas; sua atuação ocorre principalmente por meio da legislação, da fiscalização, do orçamento e da representação das demandas da população.
Um deputado estadual pode atuar em assuntos relacionados a proteção de crianças e adolescentes quando a matéria estiver dentro das competências do Estado de São Paulo. Para moradores de Planalto, uma demanda desse tipo pode ser apresentada ao parlamentar quando envolver serviços, programas, obras, orçamento ou políticas estaduais que tenham impacto na região. O parlamentar não executa diretamente obras ou serviços e não substitui os órgãos administrativos; sua atuação ocorre principalmente na legislação, no orçamento, na fiscalização e na representação das demandas da população. A Assembleia Legislativa possui funções de legislar, fiscalizar e controlar atos da administração estadual, acompanhar a execução orçamentária e trabalhar por meio de comissões, que também podem receber petições e reclamações, realizar audiências públicas e fiscalizar programas e obras estaduais. É importante lembrar que casos individuais devem ser encaminhados imediatamente aos órgãos competentes de proteção e suporte. Por isso, antes de atribuir uma questão de Planalto ao deputado estadual, é recomendável identificar se a responsabilidade é municipal, estadual ou federal. O deputado pode participar dessas atividades, discutir propostas, acompanhar recursos públicos e solicitar informações pelos instrumentos institucionais cabíveis.
Essa é uma dúvida frequente de eleitores. Um deputado estadual atua principalmente em fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial. Para quem mora em Planalto, entender essa função ajuda a identificar quando uma demanda da região pode ser levada à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e quando o assunto precisa ser encaminhado à prefeitura, à União ou a outro órgão competente. De acordo com as atribuições do Poder Legislativo paulista, os deputados participam da elaboração e análise de leis estaduais, das sessões e comissões, da fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Estado e da análise do orçamento. Eles também podem receber demandas dos eleitores e encaminhar pedidos a órgãos governamentais, além de acompanhar programas, obras e políticas estaduais dentro dos instrumentos institucionais disponíveis. É importante observar que a fiscalização parlamentar integra um sistema de controle que também envolve instituições com competências próprias. Assim, quando uma questão afetar Planalto, vale primeiro verificar qual esfera de governo possui responsabilidade pelo tema e qual providência realmente está dentro das atribuições de um deputado estadual.
Um deputado estadual pode atuar em questões relacionadas a atenção à pessoa com deficiência, reabilitação e serviços especializados, principalmente quando a demanda estiver ligada às competências, aos recursos ou aos serviços do Estado de São Paulo. Para os moradores de Planalto, isso significa que problemas coletivos de saúde podem ser apresentados ao parlamentar para acompanhamento, fiscalização e encaminhamento quando houver participação estadual. No SUS, entretanto, as responsabilidades são compartilhadas: os estados coordenam e planejam a rede em nível estadual e organizam o atendimento em seu território, enquanto os municípios executam grande parte das ações e serviços locais; a União também formula e financia políticas nacionais. Por isso, nem todo problema de saúde encontrado em Planalto pode ser resolvido pela Assembleia Legislativa. O deputado pode discutir leis estaduais, analisar o orçamento, acompanhar a aplicação de recursos e fiscalizar políticas do Poder Executivo, mas não administra hospitais, não define prioridades clínicas e não pode garantir consultas, exames, internações ou tratamentos individuais. Quando a demanda de Planalto envolver a rede estadual ou a organização regional do SUS, a atuação parlamentar pode ocorrer dentro dessas funções institucionais, enquanto a execução do atendimento permanece com os gestores e profissionais responsáveis.
A ALESP possui uma Comissão de Defesa e dos Direitos das Mulheres, com atribuições que incluem acompanhar políticas públicas de proteção dos direitos da mulher e de combate à violência de gênero. Para mulheres de Planalto, isso pode envolver a apresentação e análise de propostas legislativas, a discussão do orçamento, a participação em comissões e a fiscalização das políticas executadas pelo Governo do Estado. São Paulo também possui legislação estadual consolidada sobre proteção e defesa da mulher, incluindo normas relacionadas às Delegacias de Defesa da Mulher e à produção de estatísticas sobre violência. Um deputado estadual pode atuar em temas relacionados a segurança pública, prevenção e proteção das mulheres quando a questão estiver dentro das competências do Estado de São Paulo. É importante separar a atuação parlamentar da execução dos serviços: deputados não comandam operações policiais, não concedem medidas protetivas e não substituem delegacias, Justiça, Defensoria, Ministério Público, serviços de saúde ou assistência. Assim, demandas coletivas de Planalto podem ser levadas ao Legislativo para debate e fiscalização, enquanto situações individuais devem ser encaminhadas aos serviços e autoridades competentes.
Um deputado estadual pode atuar em temas relacionados a políticas de atenção e saúde dos servidores estaduais da segurança quando a matéria estiver dentro das competências do Estado de São Paulo. Para moradores de Planalto, isso significa que demandas coletivas podem ser apresentadas ao parlamentar para debate, acompanhamento e fiscalização quando envolverem políticas ou estruturas estaduais. A Constituição paulista estabelece a segurança pública como dever do Estado e prevê que a estrutura policial estadual é subordinada ao Governador. Na ALESP, a Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários analisa proposições e assuntos de segurança pública e temas relacionados às instituições estaduais da área. O deputado pode participar da elaboração de leis estaduais, discutir o orçamento, atuar em comissões e fiscalizar ações do Poder Executivo, mas não comanda operações, não determina abordagens e não substitui as autoridades responsáveis pelo atendimento de ocorrências. Assim, quando uma questão afetar Planalto, é importante identificar se a responsabilidade é estadual, municipal ou de outra instituição e distinguir a função legislativa e fiscalizatória da execução cotidiana dos serviços de segurança.
Assim, quando uma questão educacional afetar Planalto, é importante identificar se a escola ou serviço pertence ao Estado ou ao município e encaminhar a demanda também ao órgão responsável pela execução. O deputado pode discutir leis estaduais, analisar o orçamento, participar de comissões e fiscalizar políticas do Poder Executivo, mas não administra diretamente escolas, não realiza matrículas e não decide individualmente sobre vagas, notas ou atribuição de professores. Na ALESP, a Comissão de Educação e Cultura analisa proposições e assuntos ligados à educação e ao ensino fundamental, médio e superior, enquanto as comissões parlamentares também exercem funções de análise e fiscalização. Para estudantes, famílias e profissionais de Planalto, demandas coletivas podem ser apresentadas ao parlamentar quando envolverem a rede estadual, políticas educacionais, orçamento ou programas do Governo do Estado. A rede estadual paulista mantém diferentes modalidades e programas, incluindo ensino fundamental, ensino médio, Programa Ensino Integral, Educação de Jovens e Adultos e formação técnica profissional. Um deputado estadual pode atuar em temas relacionados a políticas estaduais voltadas ao ensino médio quando a questão estiver dentro das competências do Estado de São Paulo.
Um deputado estadual pode atuar em assuntos relacionados a recursos hídricos, meio ambiente e infraestrutura quando a matéria estiver dentro das competências do Estado de São Paulo. Para moradores de Planalto, isso permite levar ao Legislativo demandas coletivas que envolvam políticas estaduais, orçamento, programas públicos, atendimentos regulados pelo Estado ou ações do Governo paulista. A atuação parlamentar pode ocorrer por meio da apresentação e análise de proposições, participação em comissões, discussão do orçamento, requerimentos, audiências públicas e fiscalização dos atos do Poder Executivo. A ALESP possui comissões permanentes especializadas em diferentes áreas, o que permite analisar temas como transportes, habitação, meio ambiente, atividades econômicas, direitos das pessoas com deficiência, defesa do consumidor e assuntos metropolitanos. Isso não significa que o deputado execute diretamente obras, administre programas ou substitua secretarias, prefeituras, agências reguladoras e demais órgãos responsáveis. Quando uma demanda de Planalto envolver mais de uma esfera de governo, é importante identificar qual órgão possui competência para executar a medida e qual parte pode ser acompanhada, debatida ou fiscalizada pela Assembleia Legislativa.